Tag: cinemateca paraense
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6ª Semana do Patrimônio Audiovisual da Amazônia – Entrevista com Relivaldo Pinho
A quarta e última entrevista da 6ª Semana do Patrimônio Audiovisual da Amazônia é com o professor doutor Relivaldo Pinho, pesquisador paraense que há 20 anos se debruça sobre o cinema paraense para além de suas imagens e sons, desvelando a partir da análise de filmes, suas narrativas e realizadores, a sociedade e o espaço…
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6ª Semana do Patrimônio Audiovisual da Amazônia – Entrevista com Adrianna Oliveira
Na terceira entrevista da 6ª Semana do Patrimônio Audiovisual da Amazônia recebemos para um bate-papo a documentarista, realizadora e editora audiovisual Adrianna Oliveira, que falou sobre seu processo criativo, que inicia com curtas-metragens universitários, a experiência como editora em inúmeros projetos audiovisuais e como diretora de documentários e videoclipes. Uma trajetória recente mas que se…
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6ª Semana do Patrimônio Audiovisual da Amazônia – Entrevista com João Luciano
A segunda entrevista da 6ª Semana do Patrimônio Audiovisual da Amazônia é com João Luciano, uma das mentes por trás da produtora Inovador Talvez, que surgiu da iniciativa de alunos das primeiras turmas de Cinema e Audiovisual da UFPA. Quebrando barreiras impostas pelas dificuldades encontradas no curso e no mercado, o jovem diretor, produtor e…
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Filme do Mês// Janeiro – 2021 “Léguas a nos separar” (2018) de Vitor Souza Lima
Quando surgiu a ideia do filme? Como foi o desenvolvimento e a repercussão? A existência de cidades homônimas sempre me provocou certa estranheza. Quando percebi a existência de dezenas de territórios homônimos entre Portugal e o Pará, me deu vontade de fazer algo sobre isso, mas que focasse na visualidade desses lugares. Em quais pontos…
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FILMES DA DÉCADA – CINEMA PARAENSE
Em 2020 nosso projeto completou dez anos de pesquisa do cinema e do patrimônio audiovisual paraense e, para fechar o ano, elaborou uma lista dos filmes e produções audiovisuais mais importantes da década, de 2011 a 2020, em nosso estado. São 10 filmes que consideramos obras obrigatórias para a compreensão desta década do cinema paraense.…
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“A CAUDA LONGA DOS CURTAS: FORMAÇÃO DO CAMPO DA ANIMAÇÃO NO PARÁ” POR ANDREI MIRALHA /// III SPAA
A CAUDA LONGA DOS CURTAS: FORMAÇÃO DO CAMPO DA ANIMAÇÃO NO PARÁ Andrei Miralha INTRODUÇÃO A palavra animação provém do termo latino “anima”, que significa “alma”, no sentido de “sopro da vida”. Segundo Perisic (1979), a animação é uma maneira de se criar uma ilusão, dando “vida” aos objetos inanimados – objetos reais/virtuais ou simplesmente…
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“VICENTE F. CECIM E O CONCEITO DE CAMÉRA-STYLO” POR ALEXANDRA CASTRO / III SPAA
Vicente F. Cecim e o conceito de Caméra-stylo Alexandra Castro RESUMO: O presente trabalho tem como propósito revisitar três filmes de Vicente Franz Cecim, artista amazônida, brasileiro, realizadas nos anos 1970, em Belém – Pará, em película, com câmera Super 8. São elas: Matadouro (1975), Sombras (1977) e Malditos Mendigos (1978). O objetivo é…
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“CINEMATECA PARAENSE: DEZ ANOS DE PESQUISA EM CINEMA E PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL” POR RAMIRO QUARESMA / III SPAA
Cinemateca Paraense: dez anos de pesquisa em cinema e preservação do patrimônio audiovisual Ramiro Quaresma O cinema é a arte da inovação em sua essência, no sentido técnico e estético. A arte de contar histórias em uma narrativa de imagens montadas que criam um tempo e espaço próprios. A soma de todas essas obras cinematográficas…
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FILME DO MÊS// MAIO – 2020 “CHAMANDO VENTOS: POR UMA CARTOGRAFIA DOS ASSOBIOS ” DE MARCELO RODRIGUES
Entrevistamos Marcelo Rodrigues sobre a realização de seu documentário que já percorreu uma boa carreira em festivais e agora está no canal do realizador. Marcelo é um realizador paraense, formado em Comunicação Social, com uma longa carreira como diretor de fotografia e repórter fotográfico. 1. Como surgiu a ideia do filme? Na feira…
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LINHA DO TEMPO DO CINEMA PARAENSE // ANOS 1960
Líbero Luxardo já havia realizado três longas-metragem no estado do Mato Grosso, «Alma do Brasil» (1932), «Caçando Feras» (1936) e «Aruanã (1938), quando chegou ao Pará nos anos 1940 para tentar se estabelecer como realizador nas terras amazônicas. Foi «cinegrafista-oficial» de Magalhães Barata, realizando para o interventor do estado uma série de cine-jornais antes…
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A Amazônia e a Segunda Guerra Mundial na Sala de Cinema
Exibição do documentário “Por terra, céu & mar” e bate-papo com os realizadores. Nenhum acontecimento histórico foi tão documentado e filmado, em todos os formatos, quanto a Segunda Guerra Mundial. São milhares de filmes e imagens que abordam o conflito, o maior acontecimento bélico da história da humanidade, com milhões de mortos em batalhas na…
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Cinemateca Paraense entre os finalistas da 28ª Edição do Prêmio Rodrigo Melo e Franco/IPHAN
O site Cinemateca Paraense ficou entre os 57 finalistas, entre 234 inscritos, da 28ª Edição do Prêmio Rodrigo Melo e Franco/IPHAN, sendo um dos 4 representantes do Estado do Pará, juntamente a ações de Restauração e Conservação Igreja do Carmo, na mesma Categoria I e a Semana do Patrimônio Paraense e Ginga e Resistência na baixada,…
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Cinemateca Paraense é tema de dissertação de mestrado
O idealizador do website Cinemateca Paraense, o professor de novas tecnologias da Escola de Teatro e Dança do Instituto de Ciências da Arte-UFPA, concluiu o mestrado Programa de Pós-graduação em Artes-ICA-UFPA com uma dissertação que analise o projeto de preservação virtual do patrimônio audiovisual do Estado do Pará através de um percurso cartográfico das vivências cinematográficas…
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Filme do mês // Mai.2015 – Bom dia / Nanna Reis
Bom dia / Videoclip de Nanna Reis. Belém, 2015. 4 min. Direção: Lucas Escócio e Gareth Jones; Produção: Sandro Santarém, Paulo Afonso, Alfredo Reis; Produtora: Alt Produções; Animação: Gustavo Estrada; Ilustração: Yuri Santos; Elenco: Nanna Reias, Mestre Damasceno, Maria Eduarda Begot; Make up: Amanda Pris; Figurino: Jhonatan Camêlo; Filmado em Salvaterra e Soure (Ilha do Marajó / Pará / Brasil).…
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Filme do mês // Fev.2015 – Sobre distâncias e incômodos e alguma tristeza
Sobre distâncias e incômodos e alguma tristeza Belém, 2009. 6 min. Direção, fotografia, som e edição: Alberto Bitar O deixar para trás de um sítio impregnado de lembranças, sonhos, desejos, segredos ditos em sussurros, revelados aos gritos ou outros que continuam segredos, o abandono de um lugar onde a coleção de determinados objetos faz sentido…

